Na edição de maio de 2005 a revista britânica EMPIRE, anunciou a lista dos 20 melhores Diretores segundo votação dos leitores. Confira os eleitos:
01. Steven SPIELBERG
02. Alfred HITCHCOCK
03. Martin SCORSESE
04. Stanley KUBRICK
05. Ridley SCOTT
06. Akira KUROSAWA
07. Peter JACKSON
08. Quentin TARANTINO
09. Orson WELLES
10. Woody ALLEN
11. Clint EASTWOOD
12. David LEAN
13. Os irmãos COEN
14. James CAMERON
15. Francis Ford COPPOLA
16. Oliver STONE
17. Sergio LEONE
18. John FORD
19. Billy WILDER
20. Sam PECKINPAH
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sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014
EMPIRE - 50 Melhores filmes independentes americanos
Essa é mais uma lista da revista britânica EMPIRE. Aqui apresentamos os 50 Melhores filmes independentes americanos (The 50 Greatest American Independent Movies).
"Por mais que os blockbusters possam nos emocionar, existe além de Hollywood um mundo borbulhando em criatividade, espíritos livres e talento. Alguns heróis do cinema independente tentaram a sorte nos grandes estúdios; outros permaneceram decididos fora do sistema. Esta lista celebra ambos, além de alguns nomes que não conseguiram o reconhecimento devido. Como você define independente? Nosso critério é estético e não financeiro."(TEXTO: Sam Toy, Stephen Carty, Dan Jolin, James White, Helen O'hara, Ali Plumb, Philip de Semlyen)
Veja os escolhidos:
01. Caminhos perigosos (Martin Scorsese, 1973)
02. Cães de aluguel (Quentin Tarantino, 1992)
03. Donnie Darko (Richard Kelly, 2001)
04. O exterminador do futuro (James Cameron, 1984)
05. Uma noite alucinante 2 (Sam Raimi, 1987)
06. Sombras (John Cassavetes, 1959)
07. Ela quer tudo (Spike Lee, 1986)
08. A noite dos mortos-vivos (George A. Romero, 1968)
09. Gosto de sangue (Joel Coen - Ethan Coen, 1984)
10. Encontros e desencontros (Sofia Coppola, 2003)
11. Vício frenético (Abel Ferrara, 1992)
12. Sexo, mentiras e videotape (Steven Soderbergh, 1989)
13. Eraserhead (David Lynch, 1977)
14. Amnésia (Christopher Nolan, 2000)
15. A morte do demônio (Sam Raimi, 1982)
16. Estranhos no paraíso (Jim Jarmusch, 1984)
17. Slacker (Richard Linklater, 1991)
18. Sweet Sweetback’s baadasssss song (M. Van Peebles, 1971)
19. O balconista (Kevin Smith, 1994)
20. Drugstore cowboy (Gus Van Sant, 1989)
21. Matewan - A luta final (John Sayles, 1987)
22. Pi (Darren Aronofsky, 1998)
23. A estrela solitária (John Sayles, 1996)
24. THX - 1138 (George Lucas, 1971)
25. Veludo azul (David Lynch, 1986)
26. Sem destino (Dennis Hopper, 1969)
27. Short cuts - Cenas da vida (Robert Altman, 1993)
28. Os suspeitos (Bryan Singer, 1995)
29. Killer of sheep (Charles Burnett, 1977)
30. Expresso para o inferno (Andrei Konchalovsky, 1985)
31. Quero ser John Malkovich (Spike Jonze, 1999)
32. Matador em conflito (George Armitage, 1997)
33. Felicidade (Todd Solondz, 1998)
34. Corrida sem fim (Monte Hellman, 1971)
35. Jovens, loucos e rebeldes (Richard Linklater, 1993)
36. Dark Star (John Carpenter, 1974)
37. Veneno (Todd Haynes, 1991)
38. Pequena Miss Sunshine ( Jonathan Dayton - Valerie Faris, 2006)
39. A bruxa de Blair (Daniel Myrick - Eduardo Sánchez, 1999)
40. O massacre da serra elétrica (Tobe Hooper, 1974)
41. Eclipse mortal (David Twohy, 2000)
42. Cisne Negro (Darren Aronofsky, 2010)
43. Inverno da alma (Deborah Granik, 2010)
44. Ghost Dog (Jim Jarmusch, 1999)
45. Na companhia de homens (Neil LaBute, 1997)
46. Juno (Jason Reitman, 2007)
47. Cubo (Vincenzo Natali, 1997)
48. In search of a midnight kiss (Alex Holdridge, 2008)
49. Swingers - Curtindo a noite (Doug Liman, 1996)
50. O lutador (Darren Aronofsky, 2008)
Em uma lista anterior esses filmes constavam entre os 50 escolhidos. Não encontro mais a fonte original, somente o link do FilmSite, então apenas vou listá-los aqui como curiosidade:
. A vida de Brian (Terry Jones, 1979)
. Sideways - Entre umas e outras (Alexander Payne, 2004)
. Caminhos perigosos (Martin Scorsese, 1973)
. Náusea total (Peter Jackson, 1987)
. Cidade de Deus (Fernando Meirelles, 2002)
. Os desajustados (Bruce Robinson, 1987)
. Roger & Eu (Michael Moore, 1989)
. Nosferatu (F. W. Murnau, 1922)
. Pink flamingos (John Waters, 1972)
. Cova rasa (Danny Boyle, 1994)
. Buffalo '66 (Vincent Gallo, 1998)
. A paixão de Cristo (Mel Gibson, 2004)
. Abismo do medo (Neil Marshall, 2005)
. Vingança redentora (Shane Meadows, 2004)
. Amores brutos (Alejandro González Iñárritu, 2000)
. Mad Max (George Miller, 1979)
. Banquete de sangue (Herschell Gordon Lewis, 1963)
. Corra, Lola, corra (Tom Tykwer, 1998)
. El Mariachi (Robert Rodriguez, 1992)
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quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
EMPIRE - Os bebês mais assustadores do Cinema
Mais uma lista da revista britânica Empire, esta um tanto bizarra, com os bebês mais assutadores do cinema(Scary Babies: Cinema's Creepiest Infants). Para mostrar que nem todas os bebês são fofinhos e engraçados, vamos a seleção:
01. Trainspotting - sem limites (Danny Boyle, 1996)

02. A mosca (David Cronenberg, 1986)

03. Nasce um monstro (Larry Cohen,1974)

04. Madrugada dos mortos (Zack Snyder, 2004)

05. Toy story 3 (Lee Unkrich, 2010)

06. Alien - o oitavo passageiro (Ridley Scott , 1979)

07. O bebê de Rosemary (Roman Polanski, 1968)

08. Tin Toy (John Lasseter, 1988)

09. A hora do pesadelo 5 - o maior horror de Freddy (S. Hopkins, 1989)

10. Eraserhead (David Lynch, 1977)
01. Trainspotting - sem limites (Danny Boyle, 1996)

02. A mosca (David Cronenberg, 1986)

03. Nasce um monstro (Larry Cohen,1974)

04. Madrugada dos mortos (Zack Snyder, 2004)

05. Toy story 3 (Lee Unkrich, 2010)

06. Alien - o oitavo passageiro (Ridley Scott , 1979)

07. O bebê de Rosemary (Roman Polanski, 1968)

08. Tin Toy (John Lasseter, 1988)

09. A hora do pesadelo 5 - o maior horror de Freddy (S. Hopkins, 1989)

10. Eraserhead (David Lynch, 1977)
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terça-feira, 14 de dezembro de 2010
EMPIRE - Oito documentários alarmantes
A revista britânica Empire apresenta uma lista com oito documentários que chamam a atenção para catástrofes globais e um mundo em transformação (Eight Documentaries That Will Scare The Hell Out Of You)
"Eles informam, intrigam e nos mantém a par de questões importantes."
Vamos a seleção:
01. Vanishing of the bees (G. Langworthy - M. Henein, 2009)
O colapso do abastecimento de alimentos
02. The end of the line (Rupert Murray, 2006)
O fim do suprimento mundial de peixes
03. A Corporação (Mark Achbar - Jennifer Abbott, 2003)
O domínio das grandes corporações
04. Razões para a Guerra (Eugene Jarecki, 2005)
O complexo da indústria armamentista
05. Contagem regressiva (Lucy Walker, 2009)
Aniquilação nuclear
06. Colapso (Chris Smith, 2010)
Total colapso econômico e social
07. A Era da estupidez (Franny Armstrong, 2009)
Aquecimento global
08. A última hora (Leila Conners - Nadia Conners, 2007)
Extinção da vida no planeta
"Eles informam, intrigam e nos mantém a par de questões importantes."
Vamos a seleção:
01. Vanishing of the bees (G. Langworthy - M. Henein, 2009)
O colapso do abastecimento de alimentos
02. The end of the line (Rupert Murray, 2006)
O fim do suprimento mundial de peixes
03. A Corporação (Mark Achbar - Jennifer Abbott, 2003)
O domínio das grandes corporações
04. Razões para a Guerra (Eugene Jarecki, 2005)
O complexo da indústria armamentista
05. Contagem regressiva (Lucy Walker, 2009)
Aniquilação nuclear
06. Colapso (Chris Smith, 2010)
Total colapso econômico e social
07. A Era da estupidez (Franny Armstrong, 2009)
Aquecimento global
08. A última hora (Leila Conners - Nadia Conners, 2007)
Extinção da vida no planeta
EMPIRE - Fuja da prisão no estilo dos Astros do Cinema
O site da revista britânica Empire traz um guia cinematográfico de como fugir da prisão no estilo dos astros do cinema (Escape From Prison The Movie Star Way). Vamos as lições:
01. Um sonho de liberdade (Frank Darabont, 1994)

02. Fugindo do inferno (John Sturges, 1963)

03. O Conde de Monte Cristo (Kevin Reynolds, 2002)

04. Fuga de Alcatraz (Don Siegel, 1979)

05. Jornada nas Estrelas 6: A Terra desconhecida (N. Meyer, 1991)
06. Rebeldia indomável (Stuart Rosenberg, 1967)

07. Corrida mortal (Paul W.S. Anderson, 2008)

08. Mesrine (André Génovès, 1984)
01. Um sonho de liberdade (Frank Darabont, 1994)

02. Fugindo do inferno (John Sturges, 1963)

03. O Conde de Monte Cristo (Kevin Reynolds, 2002)

04. Fuga de Alcatraz (Don Siegel, 1979)

05. Jornada nas Estrelas 6: A Terra desconhecida (N. Meyer, 1991)
06. Rebeldia indomável (Stuart Rosenberg, 1967)

07. Corrida mortal (Paul W.S. Anderson, 2008)

08. Mesrine (André Génovès, 1984)
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sábado, 11 de dezembro de 2010
EMPIRE - Um guia para a Blaxploitation
O site da revista britânica Empire apresenta o seu guia para tornar-se um mestre na Blaxploitation em apenas 10 filmes (A Bluffer's Guide To Blaxploitation).

Vamos aos filmes:
01. Sweet Sweetback’s baadasssss song (M. Van Peebles, 1971)
02. Shaft (Gordon Parks, 1971)
03. Superfly (Gordon Parks Jr., 1972)
04. A Máfia nunca perdoa (Barry Shear, 1972)
05. Blácula - o vampiro negro (William Crain, 1972)
06. Cleópatra Jones (Jack Starrett, 1973)
07. Coffy (Jack Hill, 1973)
08. TNT Jackson (Cirio H. Santiago, 1974)
09. O Chefão de Nova Iorque (Larry Cohen, 1973)
10. Aconteceu num sábado (Sidney Poitier, 1974)

Vamos aos filmes:
01. Sweet Sweetback’s baadasssss song (M. Van Peebles, 1971)
02. Shaft (Gordon Parks, 1971)
03. Superfly (Gordon Parks Jr., 1972)
04. A Máfia nunca perdoa (Barry Shear, 1972)
05. Blácula - o vampiro negro (William Crain, 1972)
06. Cleópatra Jones (Jack Starrett, 1973)
07. Coffy (Jack Hill, 1973)
08. TNT Jackson (Cirio H. Santiago, 1974)
09. O Chefão de Nova Iorque (Larry Cohen, 1973)
10. Aconteceu num sábado (Sidney Poitier, 1974)
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sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
EMPIRE - Os momentos mais claustrofóbicos do Cinema
Aproveitando o lançamento do filme estrelado por Ryan Reinolds, Buried (Enterrado vivo - Rodrigo Cortés, 2010), o site da revista britânica Empire apresenta uma seleção dos momentos mais claustrofóbicos do Cinema (Cinema's Most Claustrophobic Moments). Vamos aos escolhidos:

01. Alien - o oitavo passageiro (Ridley Scott , 1979
02. Um sonho de liberdade (Frank Darabont, 1994)
03. Abismo do medo (Neil Marshall, 2005)
04. Star Wars V - uma nova esperança (George Lucas, 1977)
05. O silêncio do lago (George Sluizer, 1988)
06. 007 - Os diamantes são eternos (Guy Hamilton, 1971)
07. Duro de matar (John McTiernan , 1988)
08. Superman - o filme (Richard Donner, 1978)

01. Alien - o oitavo passageiro (Ridley Scott , 1979
02. Um sonho de liberdade (Frank Darabont, 1994)
03. Abismo do medo (Neil Marshall, 2005)
04. Star Wars V - uma nova esperança (George Lucas, 1977)
05. O silêncio do lago (George Sluizer, 1988)
06. 007 - Os diamantes são eternos (Guy Hamilton, 1971)
07. Duro de matar (John McTiernan , 1988)
08. Superman - o filme (Richard Donner, 1978)
EMPIRE - Torne-se um especialista em filmes de Faroeste em dez "lições"
A revista britânica Empire apresenta em seu site um guia para quem quer tornar-se um especialista em filmes de Faroeste (Become A Westerns Expert In Ten Easy Movies). São dez "lições" principais recheadas com "informações" extras com o que há de melhor no gênero.
Vamos começar a lição:
01. Matar ou morrer (Fred Zinnemann, 1952)
"Esqueça as linhas de conotação política, por um momento e considere o que faz High Noon grande: suspense de tirar o fôlego. Sinta o seu aumento de pressão arterial com o relógio se aproximando ameaçadoramente das doze, o momento de Frank Miller (Ian MacDonald) e seus capangas vão invadir a cidade com fome de vingança contra o xerife que os expulsar. Gary Cooper é majestoso como o seu adversário, Will Kane. Arrasado pela traição de sua comunidade e abandonado para enfrentar os pistoleiros sozinho, apenas a sua coragem moral o impede de fugir da cidade como um homem derrotado. É uma metáfora para o macarthismo? A Guerra Fria? O valor de um bom relógio? Quem se importa?"
Informações Complementares:
Agora ou nunca (Victor Fleming, 1929)
Consciências mortas (William A. Wellman, 1943)
Conspiração do silêncio (John Sturges, 1955)
Sua última façanha (David Miller, 1962)
O estranho sem nome (Clint Eastwood, 1972)
02. Os brutos também amam (George Stevens, 1953)
Informações Complementares:
Dívida de sangue (Elliot Silverstein, 1965)
O cavaleiro solitário (Clint Eastwood, 1985)
03. Rio Vermelho (Howard Hawks - Arthur Rosson, 1948)
Informações Complementares:
Rio Grande (John Ford, 1950)
Onde começa o inferno (Howard Hawks, 1959)
El Dorado (Howard Hawks, 1966)
04. Rastros de ódio (John Ford, 1956)
Informações Complementares:
Legião invencível (John Ford, 1949)
Estrela de fogo (Don Siegel, 1960)
O homem que matou o facínora (John Ford, 1962)
O último pistoleiro (Don Siegel, 1976)
Lone star - a estrela solitária (John Sayles, 1995)
05. O homem do Oeste (Anthony Mann, 1958)
Informações Complementares:
Sua única saída (Raoul Walsh, 1947)
Winchester ’73 (Anthony Mann, 1950)
Galante e sanguinário (Delmer Daves, 1957)
Pacto de Justiça (Kevin Costner, 2003)
Onde os fracos não tem vez (Ethan Coen - Joel Coen, 2007)
06. Sete homens e um destino (John Sturges, 1960)
Informações Complementares:
Os Profissionais (Richard Brooks, 1966)
Butch Cassidy e Sundance Kid (George Roy Hill, 1969)
Três amigos! (John Landis, 1986)
Silverado (Lawrence Kasdan, 1985)
07. Era uma vez no Oeste (Sergio Leone, 1968)
"Maior até do que a Trilogiad dos dólares, do spaghetti western de Sergio Leone, capta momento decisivo do Western: pistoleiros e bandidos violentamente usurpados pelo fascínio do dinheiro frio e do lucro. Estabeleceu os estilizados personagens do gênero - a prostituta bondosa, o pistoleiro enigmático, o bandido manhoso - são interpretados com carisma e profundidade, e tem sua trilha musical própria (desenvolvida por Ennio Morricone). O impacto da ferrovia - a artéria de bombeamento do novo Oeste - é encapsulado em uma tomada de grua majestosa. Casting Henry Fonda, como Frank, um pistoleiro cujas migalhas restantes de humanidade são enterrados debaixo de uma crosta de cinismo brutal, foi outro golpe de gênio, entregando um personagem tão longe da decência de Wyatt Earp em My Darling Clementine (um filme homenageado pelo diretor) deixando o público em choque."
Informações Complementares:
Por um punhado de dólares (Sergio Leone, 1964)
Por uns dólares a mais (Sergio Leone, 1965)
Três homens em conflito (Sergio Leone, 1966)
08. Meu ódio será sua herança (Sam Peckinpah, 1969)
"Este é um filme revolucionário, de muitas formas que é difícil enumerá-las. A violência, por exemplo, continua a ser chocante, repulsiva, e muito, muito sangrenta, agitando o público habituado com os faroestes da TV. Não só foi o derramamento de sangue alegórica da guerra dos EUA no Vietnã, pretendia-se por Sam Peckinpah ser uma forma de catarse para atos violentos. Então há a edição multi-câmera, a espetacular câmara lenta, a pontuação surpreendente de Jerry Fielding. Elas permanecem tão vivas hoje como eram em 1969. Além disso tudo, The Wild Bunch introduziu no cinema moderno o conceito de uma ferida de bala, trazendo coragem e armas estourando em nossas salas de cinema."
Informações Complementares:
Pistoleiros do entardecer (Sam Peckinpah, 1962)
Juramento de vingança (Sam Peckinpah, 1964)
Django (Sergio Corbucci, 1966)
Pat Garrett e Billy The Kid (Sam Peckinpah, 1973)
Tragam-me a cabeça de Alfredo Garcia (Sam Peckinpah, 1974)
09. Pequeno grande homem (Arthur Penn, 1970)
"A partir da perspectiva de um nativo americano, o conto picaresco de Arthur Penn vira todos os mitos do Faroeste de ponta cabeça e pinta a Cavalaria dos EUA como os caras maus que matam os nossos heróis. E como seria de se esperar do homem que bombeou uma tonelada de chumbo no thriller policial com Bonnie e Clyde, não há nada de convencional no Western de Penn. Nada respeitoso também. (...) É justo dizer que Little Big Man faz a tribo Cheyenne de Dança com Lobos como faria para o Sioux, mas de um jeito tolo, mais rude e mais subversivo."
Informações Complementares:
Renegando o meu sangue (Samuel Fuller, 1957)
Banzé no Oeste (Mel Brooks, 1974)
Duelo de gigantes (Arthur Penn, 1976)
Dança com lobos (Kevin Costner, 1990)
10. Os imperdoáveis (Clint Eastwood, 1992)
"Clint Eastwood volta ao velho Oeste, com novos olhos em um épico que lembra os melhores momentos de John Ford no seu âmbito e caracterização. (...) Eastwood reconhecidamente dedicou o filme a seus mentores Don Siegel e Sergio Leone; esta é a sua elegia à morte do Velho Oeste nos filmes por eles retratado."
Informações Complementares:
O último pistoleiro (Don Siegel, 1976)
Wyatt Earp (Lawrence Kasdan, 1994)
Pacto de Justiça (Kevin Costner, 2003)
O assassinato de Jesse James pelo covarde Robert Ford (A. Dominik, 2007)
Vamos começar a lição:
01. Matar ou morrer (Fred Zinnemann, 1952)
"Esqueça as linhas de conotação política, por um momento e considere o que faz High Noon grande: suspense de tirar o fôlego. Sinta o seu aumento de pressão arterial com o relógio se aproximando ameaçadoramente das doze, o momento de Frank Miller (Ian MacDonald) e seus capangas vão invadir a cidade com fome de vingança contra o xerife que os expulsar. Gary Cooper é majestoso como o seu adversário, Will Kane. Arrasado pela traição de sua comunidade e abandonado para enfrentar os pistoleiros sozinho, apenas a sua coragem moral o impede de fugir da cidade como um homem derrotado. É uma metáfora para o macarthismo? A Guerra Fria? O valor de um bom relógio? Quem se importa?"
Informações Complementares:
Agora ou nunca (Victor Fleming, 1929)
Consciências mortas (William A. Wellman, 1943)
Conspiração do silêncio (John Sturges, 1955)
Sua última façanha (David Miller, 1962)
O estranho sem nome (Clint Eastwood, 1972)
02. Os brutos também amam (George Stevens, 1953)
Informações Complementares:
Dívida de sangue (Elliot Silverstein, 1965)
O cavaleiro solitário (Clint Eastwood, 1985)
03. Rio Vermelho (Howard Hawks - Arthur Rosson, 1948)
Informações Complementares:
Rio Grande (John Ford, 1950)
Onde começa o inferno (Howard Hawks, 1959)
El Dorado (Howard Hawks, 1966)
04. Rastros de ódio (John Ford, 1956)
Informações Complementares:
Legião invencível (John Ford, 1949)
Estrela de fogo (Don Siegel, 1960)
O homem que matou o facínora (John Ford, 1962)
O último pistoleiro (Don Siegel, 1976)
Lone star - a estrela solitária (John Sayles, 1995)
05. O homem do Oeste (Anthony Mann, 1958)
Informações Complementares:
Sua única saída (Raoul Walsh, 1947)
Winchester ’73 (Anthony Mann, 1950)
Galante e sanguinário (Delmer Daves, 1957)
Pacto de Justiça (Kevin Costner, 2003)
Onde os fracos não tem vez (Ethan Coen - Joel Coen, 2007)
06. Sete homens e um destino (John Sturges, 1960)
Informações Complementares:
Os Profissionais (Richard Brooks, 1966)
Butch Cassidy e Sundance Kid (George Roy Hill, 1969)
Três amigos! (John Landis, 1986)
Silverado (Lawrence Kasdan, 1985)
07. Era uma vez no Oeste (Sergio Leone, 1968)
"Maior até do que a Trilogiad dos dólares, do spaghetti western de Sergio Leone, capta momento decisivo do Western: pistoleiros e bandidos violentamente usurpados pelo fascínio do dinheiro frio e do lucro. Estabeleceu os estilizados personagens do gênero - a prostituta bondosa, o pistoleiro enigmático, o bandido manhoso - são interpretados com carisma e profundidade, e tem sua trilha musical própria (desenvolvida por Ennio Morricone). O impacto da ferrovia - a artéria de bombeamento do novo Oeste - é encapsulado em uma tomada de grua majestosa. Casting Henry Fonda, como Frank, um pistoleiro cujas migalhas restantes de humanidade são enterrados debaixo de uma crosta de cinismo brutal, foi outro golpe de gênio, entregando um personagem tão longe da decência de Wyatt Earp em My Darling Clementine (um filme homenageado pelo diretor) deixando o público em choque."
Informações Complementares:
Por um punhado de dólares (Sergio Leone, 1964)
Por uns dólares a mais (Sergio Leone, 1965)
Três homens em conflito (Sergio Leone, 1966)
08. Meu ódio será sua herança (Sam Peckinpah, 1969)
"Este é um filme revolucionário, de muitas formas que é difícil enumerá-las. A violência, por exemplo, continua a ser chocante, repulsiva, e muito, muito sangrenta, agitando o público habituado com os faroestes da TV. Não só foi o derramamento de sangue alegórica da guerra dos EUA no Vietnã, pretendia-se por Sam Peckinpah ser uma forma de catarse para atos violentos. Então há a edição multi-câmera, a espetacular câmara lenta, a pontuação surpreendente de Jerry Fielding. Elas permanecem tão vivas hoje como eram em 1969. Além disso tudo, The Wild Bunch introduziu no cinema moderno o conceito de uma ferida de bala, trazendo coragem e armas estourando em nossas salas de cinema."
Informações Complementares:
Pistoleiros do entardecer (Sam Peckinpah, 1962)
Juramento de vingança (Sam Peckinpah, 1964)
Django (Sergio Corbucci, 1966)
Pat Garrett e Billy The Kid (Sam Peckinpah, 1973)
Tragam-me a cabeça de Alfredo Garcia (Sam Peckinpah, 1974)
09. Pequeno grande homem (Arthur Penn, 1970)
"A partir da perspectiva de um nativo americano, o conto picaresco de Arthur Penn vira todos os mitos do Faroeste de ponta cabeça e pinta a Cavalaria dos EUA como os caras maus que matam os nossos heróis. E como seria de se esperar do homem que bombeou uma tonelada de chumbo no thriller policial com Bonnie e Clyde, não há nada de convencional no Western de Penn. Nada respeitoso também. (...) É justo dizer que Little Big Man faz a tribo Cheyenne de Dança com Lobos como faria para o Sioux, mas de um jeito tolo, mais rude e mais subversivo."
Informações Complementares:
Renegando o meu sangue (Samuel Fuller, 1957)
Banzé no Oeste (Mel Brooks, 1974)
Duelo de gigantes (Arthur Penn, 1976)
Dança com lobos (Kevin Costner, 1990)
10. Os imperdoáveis (Clint Eastwood, 1992)
"Clint Eastwood volta ao velho Oeste, com novos olhos em um épico que lembra os melhores momentos de John Ford no seu âmbito e caracterização. (...) Eastwood reconhecidamente dedicou o filme a seus mentores Don Siegel e Sergio Leone; esta é a sua elegia à morte do Velho Oeste nos filmes por eles retratado."
Informações Complementares:
O último pistoleiro (Don Siegel, 1976)
Wyatt Earp (Lawrence Kasdan, 1994)
Pacto de Justiça (Kevin Costner, 2003)
O assassinato de Jesse James pelo covarde Robert Ford (A. Dominik, 2007)
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quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
EMPIRE - Torne-se um especialista em Filmes de Guerra em dez lições
Para quem quer se tornar um especialista em filmes de Guerra a revista britânica Empire traz em seu site um guia com 10 filmes básicos, e cada um deles com mais uma filmografia complementar para auxilia-lo na tarefa (Become A War Films Expert In Ten Easy Movies).
Vamos começar o treinamento:
01. O barco, inferno no mar (Wolfgang Petersen, 1981)
Originariamente feito para a TV, o filme de Wolfgang Petersen ganhou maior duração e com isso deu às audiências mais tempo para sentir todo o drama da vida num submarino alemão U-boat durante os combates da II Guerra Mundial, do tédio à torturante tensão, chegando a momentos de puro terror. Era intenção de Petersen para se adaptar memórias WW2 Lothar-Günther Buchheim's em "uma jornada para o interior da mente". Das Boot, mais do que qualquer outro filme de submarinos, consegue isso.
Filmografia complementar:
We dive at dawn (Anthony Asquith, 1943)
A raposa do mar (Dick Powell, 1957)
O mar é nosso túmulo (Robert Wise, 1958)
02. O desafio das águias (Brian G. Hutton, 1968)
O desafio das águias é um perfeito filme de "homens em missão" no qual o diretor Brian G. Hutton coloca tudo de maneira simples e direta sem deixar de ser divertido e honesto.
Filmografia complementar:
Os canhões de Navarone (J. Lee Thompson, 1961)
Fugindo do inferno (John Sturges, 1963)
Inferno nos céus (Walter Grauman, 1964)
Os heróis de Telemark (Anthony Mann, 1965)
Os doze condenados (Robert Aldrich, 1967)
A águia pousou (John Sturges, 1976)
Bastardos inglórios (Quentin Tarantino, 2009)
o3. Waterloo (Sergei Bondarchuk, 1970)
Com mais intérpretes do que alguns filmes têm membros do elenco, as filmagens de Waterloo era quase tão complexo como a batalha em si. Seus 17 mil figurantes, emprestados do Exército soviético em uma glasnost cinematográfica que ficou marcada pelas habilidades de negociação de Dino De Laurentiis, deram a luta em grande escala que não podem ser recapturados, ainda na era do CGI. A caracterização pode não coincidir com a adaptação do diretor ucraniano Sergei Bondarchuk de Guerra e Paz - o Napoleão de Rod Steiger é tão histérica que você não iria apoiá-lo para negociar com êxito o seu caminho em torno da estação Waterloo, e muito menos o Exército britânico - mas a escala que ele traz para os eventos de 18 junho de 1815 é simplesmente deslumbrante. Esta é a razão para o Napoleão de Stanley Kubrick nunca ter acontecido e, apesar de seu fracasso de bilheteria, muito convincente.
Filmografia complementar:
A carga da brigada ligeira (Michael Curtiz, 1936)
As quatro penas brancas (Zoltan Korda, 1939)
Henrique V (Laurence Olivier, 1944)
Lawrence da Arábia (David Lean, 1962)
Zulu (Cy Endfield, 1964)
Guerra e paz (Sergei Bondarchuck, 1967)
Tempo de glória (Edward Zwick, 1989)
04. A grande ilusão (Jean Renoir, 1937)
A Grande Ilusão deu ao seu diretor Jean Renoir o apelido de "Inimigo Cinematográfico Número 1" da Alemanha Nazista por Josef Goebbels. Então, por isso ele deve ter feito algo certo. O pai dos filmes de prisioneiros de guerra, sua obra-prima estava cheia de verdades incômodas para a sociedade francesa da época, profundamente dividida. Para aviador de Boeldieu (Pierre Fresnay) e o Ás prussiano von Rauffenstein (Erich von Stroheim), classe transcende os laços nacionais. Ambos estão presos, não só pela prisão no alto das Montanhas de Vosges, mas pela nova ordem social preconizada pela guerra. O futuro pertence ao Marechal (Jean Gabin) aviador da classe trabalhadora e ao rico judeu Rosenthal (Marcel Dalio), que consegue fugir enquanto Boeldieu sacrifica-se para os guardas alemães.
Filmografia complementar:
Coronel Blimp - vida e morte (M. Powell - E. Pressburger, 1943)
Inferno nº 17 (Billy Wilder, 1953)
A ponte do rio Kwai (David Lean, 1957)
Fugindo do inferno (John Sturges, 1963)
O expresso de Von Ryan (Mark Robson, 1965)
05. Glória feita de sangue (Stanley Kubrick, 1957)
Considerando o impacto colossal da Grande Guerra, e a riqueza de material de origem, talvez seja uma surpresa que o cinema não visitou os campos de batalha salpicados de lama de Flandres e Picardia com mais freqüência. ... o foco de Kubrick cai mais fortemente sobre a absurda lógica interna de guerra - uma ordem geral, o bombardeio de seus próprios homens, antes do sorteio de homens corajosos para ir a julgamento por covardia - divide Paths of Glory ordenadamente em campo de batalha épico e drama de tribunal. Ambos são movidos por uma paixão e humanidade que vai contra aqueles que acreditam que falta coração aos filmes de Kubrick.
Filmografia complementar:
Sem novidade no front (Lewis Milestone, 1930)
O grande desfile (King Vidor, 1925)
Asas (William Wellman, 1927)
Sargento York (Howard Hawks, 1941)
Oh! Que bela guerra (Richard Attenborough, 1969)
Ases do espaço (Jack Gold, 1976)
Gallipoli (Peter Weir, 1981)
Regeneration (Gillies MacKinnon, 1997)
06. Platoon (Oliver Stone, 1986)
Assim como Jean Renoir, Sam Fuller e Jean-Pierre Melville, Oliver Stone transportou para o cinema sua própria experiência de combate. Embora não seja abertamente político, o seu livro de memórias da Guerra do Vietnã é uma acusação firme do conflito e, como sugere seu slogan, um elogio a uma geração destruída. As cenas de combate, feroz e desorientador, habilmente captam o turbilhão, mas em seu coração Platoon é um estudo do caráter dos homens sob estresse insustentável. Cada um lida com a situação de forma diferente, alguns não conseguem mas, por trás da nebulosa camaradagem, apenas o psicopata sargento Barnes (Tom Berenger) funciona exatamente como ele pretendia. É o enigma da hedionda guerra que Kubrick estava explorando a quase exatamente o mesmo tempo em Nascido para matar, um filme muito diferente que atraiu muitas conclusões semelhantes.
Filmografia complementar:
The 317th platoon (Pierre Schoendoerffer, 1965)
O franco atirador (Michael Cimino, 1978)
Apocalipse now (Francis Ford Coppola, 1979)
Nascido para matar (Stanley Kubrick, 1987)
Hamburger Hill (John Irvin, 1987)
Pecados de guerra (Brian De Palma, 1987)
Nascido em 4 de julho (Oliver Stone, 1989)
Soldado anônimo (Sam Mendes, 2005)
Guerra ao terror (Kathryn Bigelow, 2008)
07. O exército das sombras (Jean-Pierre Melville , 1969)
Jean-Pierre Melville, ele próprio um veterano da Resistência Francesa durante a Segunda Guerra, lançou este thriller sombrio, tenso e muito magnífico para um público bastante indiferente. A França foi receptiva às façanhas do Maquis num momento em que De Gaulle estava ocupado com um levante estudantil. Posteriormente relançado e re-avaliada, mais do que resistiu ao teste do tempo. A melancolia dá o heroísmo de colarinho branco de um pequeno grupo de homens e mulheres comuns de uma qualidade subestimada, enquanto o conjunto de situações são insuportavelmente tensos. Com nomes como Le Bison, Le Masque e o Grande Benfeitor, os combatentes da Resistência parecem com personagens de um thriller de gangsters. De certa forma, apesar de que Melville odiava a comparação, eles são exatamente isso. Um mestre do gênero, ele traz a brutalidade, o código de honra e fatalismo do submundo de 1942 na França.
Filmografia complementar:
Quarenta e oito horas (Alberto Cavalcanti, 1942)
Kanal (Andrzej Wajda, 1957)
Cinzas e diamantes (Andrzej Wajda, 1958)
A batalha de Argel (Gillo Pontecorvo, 1966)
Terra e liberdade (Ken Loach, 1995)
A espiã (Paul Verhoeven, 2006)
08. Uma ponte longe demais (Richard Attenborough, 1977)
Não teria sido fácil encontrar um espaço de estacionamento em Hollywood, enquanto este filme estava sendo produzido. Todos os grandes atores da época fizeram parte nesta recriação em grande escala de Richard Attenborough da Operação Market Garden. Foram sete vencedores do Oscar no elenco, um A a Z de 70 super astros. Os diálogos de William Goldman recheados de ação com momentos de bravura. O diretor saiu do orçamento para garantir a exatidão histórica. Em muitos aspectos, foi um sucesso de público altamente improvável. Um tanto pessimista, da abertura ao final trágico, mas o que vem no meio tem essa escala e grandeza que é impossível não ser arrebatado por tudo.
Filmografia complementar:
Nosso barco nossa alma (Noel Coward - David Lean, 1942)
Um punhado de bravos (Raoul Walsh, 1945)
A raposa do deserto (Henry Hathaway, 1951)
Labaredas do inferno (Michael Anderson, 1955)
O ceú ao seu alcance (Lewis Gilbert, 1956)
O trem (John Frankenheimer, 1964)
A batalha britânica (Guy Hamilton, 1969)
Patton - rebelde ou herói (Franklin J. Schaffner, 1970)
Midway - A batalha do Pacífico (Jack Smight, 1974)
Memphis Belle - a fortaleza voadora (M. Caton-Jones, 1990)
A lista de Schindler (Steven Spielberg, 1993)
O pianista (Roman Polanski, 2002)
Cartas de Iwo Jima (Clint Eastwood, 2006)
Dias de glória (Rachid Bouchareb, 2006)
A queda, as últimas horas de Hitler (Oliver Hirschbiegel, 2004)
Operação Valquíria (Bryan Singer, 2008)
09. Vá e veja (Elem Klimov, 1985)
Se a guerra é a extensão da diplomacia por outros meios, ele faz um bom trabalho de escondê-la neste sério e influente filme de Elim Klimov, uma profundamente perturbadora obra da Bielorrússia. Nenhum filme - nem mesmo Apocalypse Now ou Nascido para matar - explicita o impacto da desumanização do conflito de forma mais vívida ou feroz. Seu jovem protagonista, Florya, livre e inocente na floresta úmida da Bielo-Rússia, é revestido como um homem velho até ao final de sua odisséia, olhos vazios refletindo a imensidão terrível do que viu. O título vem do livro do Apocalipse, uma dica da visão apocalíptica em que se desdobra Klimov, uma visão cheia de imagens que tocam o subconsciente: um avião de reconhecimento alemão zumbido como um anjo da morte; pára-quedas vibram no céu com traços sinistro; balas traçantes de um laranja brilhante batendo nos flancos de uma vaca indefesa; um incongruente e brincalhão oficial Einsatzgruppen junto a Loris ordenando o extermínio de uma vila. Uma obra de arte impressionista e, possivelmente, o pior filme de sempre da data.
Filmografia complementar:
A balada do soldado (Grigori Chuckrai, 1959)
A cruz de ferro (Sam Peckinpah, 1977)
Stalingrado - a batalha final (Joseph Vilsmaier, 1993)
Além da linha vermelha (Terrence Mallick, 1998)
10. O resgate do soldado Ryan (Steven Spielberg, 1998)
Se você perdeu a incrível cena de abertura deste filme, você perdeu o início de uma nova era. Os primeiros minutos na praia de Omaha, capturados brilhantmente pela câmera de Janusz Kaminski’s, marcaram um novo capítulo nos filmes de Guerra, que trouxeram as representações muito realistas de Black Hawk Down e The Pacific. Foi-se a higienização das mortes em combate. Steven Spielberg, desaturou o tipo de filme para dar a aparência das fotos icônicas de Robert Capa no Dia D, e o escritor Robert Rodat não poupou nenhum dos horrores, enquanto a elaboração de uma homenagem à intimidade de camaradagem debaixo de fogo.
Filmografia complementar:
O mais longo dos dias (Ken Annakin, 1962)
Falcão negro em perigo (Riddley Scott, 2001)
A conquista da honra (Clint Eastwood, 2006)
Vamos começar o treinamento:
01. O barco, inferno no mar (Wolfgang Petersen, 1981)
Originariamente feito para a TV, o filme de Wolfgang Petersen ganhou maior duração e com isso deu às audiências mais tempo para sentir todo o drama da vida num submarino alemão U-boat durante os combates da II Guerra Mundial, do tédio à torturante tensão, chegando a momentos de puro terror. Era intenção de Petersen para se adaptar memórias WW2 Lothar-Günther Buchheim's em "uma jornada para o interior da mente". Das Boot, mais do que qualquer outro filme de submarinos, consegue isso.
Filmografia complementar:
We dive at dawn (Anthony Asquith, 1943)
A raposa do mar (Dick Powell, 1957)
O mar é nosso túmulo (Robert Wise, 1958)
02. O desafio das águias (Brian G. Hutton, 1968)
O desafio das águias é um perfeito filme de "homens em missão" no qual o diretor Brian G. Hutton coloca tudo de maneira simples e direta sem deixar de ser divertido e honesto.
Filmografia complementar:
Os canhões de Navarone (J. Lee Thompson, 1961)
Fugindo do inferno (John Sturges, 1963)
Inferno nos céus (Walter Grauman, 1964)
Os heróis de Telemark (Anthony Mann, 1965)
Os doze condenados (Robert Aldrich, 1967)
A águia pousou (John Sturges, 1976)
Bastardos inglórios (Quentin Tarantino, 2009)
o3. Waterloo (Sergei Bondarchuk, 1970)
Com mais intérpretes do que alguns filmes têm membros do elenco, as filmagens de Waterloo era quase tão complexo como a batalha em si. Seus 17 mil figurantes, emprestados do Exército soviético em uma glasnost cinematográfica que ficou marcada pelas habilidades de negociação de Dino De Laurentiis, deram a luta em grande escala que não podem ser recapturados, ainda na era do CGI. A caracterização pode não coincidir com a adaptação do diretor ucraniano Sergei Bondarchuk de Guerra e Paz - o Napoleão de Rod Steiger é tão histérica que você não iria apoiá-lo para negociar com êxito o seu caminho em torno da estação Waterloo, e muito menos o Exército britânico - mas a escala que ele traz para os eventos de 18 junho de 1815 é simplesmente deslumbrante. Esta é a razão para o Napoleão de Stanley Kubrick nunca ter acontecido e, apesar de seu fracasso de bilheteria, muito convincente.
Filmografia complementar:
A carga da brigada ligeira (Michael Curtiz, 1936)
As quatro penas brancas (Zoltan Korda, 1939)
Henrique V (Laurence Olivier, 1944)
Lawrence da Arábia (David Lean, 1962)
Zulu (Cy Endfield, 1964)
Guerra e paz (Sergei Bondarchuck, 1967)
Tempo de glória (Edward Zwick, 1989)
04. A grande ilusão (Jean Renoir, 1937)
A Grande Ilusão deu ao seu diretor Jean Renoir o apelido de "Inimigo Cinematográfico Número 1" da Alemanha Nazista por Josef Goebbels. Então, por isso ele deve ter feito algo certo. O pai dos filmes de prisioneiros de guerra, sua obra-prima estava cheia de verdades incômodas para a sociedade francesa da época, profundamente dividida. Para aviador de Boeldieu (Pierre Fresnay) e o Ás prussiano von Rauffenstein (Erich von Stroheim), classe transcende os laços nacionais. Ambos estão presos, não só pela prisão no alto das Montanhas de Vosges, mas pela nova ordem social preconizada pela guerra. O futuro pertence ao Marechal (Jean Gabin) aviador da classe trabalhadora e ao rico judeu Rosenthal (Marcel Dalio), que consegue fugir enquanto Boeldieu sacrifica-se para os guardas alemães.
Filmografia complementar:
Coronel Blimp - vida e morte (M. Powell - E. Pressburger, 1943)
Inferno nº 17 (Billy Wilder, 1953)
A ponte do rio Kwai (David Lean, 1957)
Fugindo do inferno (John Sturges, 1963)
O expresso de Von Ryan (Mark Robson, 1965)
05. Glória feita de sangue (Stanley Kubrick, 1957)
Considerando o impacto colossal da Grande Guerra, e a riqueza de material de origem, talvez seja uma surpresa que o cinema não visitou os campos de batalha salpicados de lama de Flandres e Picardia com mais freqüência. ... o foco de Kubrick cai mais fortemente sobre a absurda lógica interna de guerra - uma ordem geral, o bombardeio de seus próprios homens, antes do sorteio de homens corajosos para ir a julgamento por covardia - divide Paths of Glory ordenadamente em campo de batalha épico e drama de tribunal. Ambos são movidos por uma paixão e humanidade que vai contra aqueles que acreditam que falta coração aos filmes de Kubrick.
Filmografia complementar:
Sem novidade no front (Lewis Milestone, 1930)
O grande desfile (King Vidor, 1925)
Asas (William Wellman, 1927)
Sargento York (Howard Hawks, 1941)
Oh! Que bela guerra (Richard Attenborough, 1969)
Ases do espaço (Jack Gold, 1976)
Gallipoli (Peter Weir, 1981)
Regeneration (Gillies MacKinnon, 1997)
06. Platoon (Oliver Stone, 1986)
Assim como Jean Renoir, Sam Fuller e Jean-Pierre Melville, Oliver Stone transportou para o cinema sua própria experiência de combate. Embora não seja abertamente político, o seu livro de memórias da Guerra do Vietnã é uma acusação firme do conflito e, como sugere seu slogan, um elogio a uma geração destruída. As cenas de combate, feroz e desorientador, habilmente captam o turbilhão, mas em seu coração Platoon é um estudo do caráter dos homens sob estresse insustentável. Cada um lida com a situação de forma diferente, alguns não conseguem mas, por trás da nebulosa camaradagem, apenas o psicopata sargento Barnes (Tom Berenger) funciona exatamente como ele pretendia. É o enigma da hedionda guerra que Kubrick estava explorando a quase exatamente o mesmo tempo em Nascido para matar, um filme muito diferente que atraiu muitas conclusões semelhantes.
Filmografia complementar:
The 317th platoon (Pierre Schoendoerffer, 1965)
O franco atirador (Michael Cimino, 1978)
Apocalipse now (Francis Ford Coppola, 1979)
Nascido para matar (Stanley Kubrick, 1987)
Hamburger Hill (John Irvin, 1987)
Pecados de guerra (Brian De Palma, 1987)
Nascido em 4 de julho (Oliver Stone, 1989)
Soldado anônimo (Sam Mendes, 2005)
Guerra ao terror (Kathryn Bigelow, 2008)
07. O exército das sombras (Jean-Pierre Melville , 1969)
Jean-Pierre Melville, ele próprio um veterano da Resistência Francesa durante a Segunda Guerra, lançou este thriller sombrio, tenso e muito magnífico para um público bastante indiferente. A França foi receptiva às façanhas do Maquis num momento em que De Gaulle estava ocupado com um levante estudantil. Posteriormente relançado e re-avaliada, mais do que resistiu ao teste do tempo. A melancolia dá o heroísmo de colarinho branco de um pequeno grupo de homens e mulheres comuns de uma qualidade subestimada, enquanto o conjunto de situações são insuportavelmente tensos. Com nomes como Le Bison, Le Masque e o Grande Benfeitor, os combatentes da Resistência parecem com personagens de um thriller de gangsters. De certa forma, apesar de que Melville odiava a comparação, eles são exatamente isso. Um mestre do gênero, ele traz a brutalidade, o código de honra e fatalismo do submundo de 1942 na França.
Filmografia complementar:
Quarenta e oito horas (Alberto Cavalcanti, 1942)
Kanal (Andrzej Wajda, 1957)
Cinzas e diamantes (Andrzej Wajda, 1958)
A batalha de Argel (Gillo Pontecorvo, 1966)
Terra e liberdade (Ken Loach, 1995)
A espiã (Paul Verhoeven, 2006)
08. Uma ponte longe demais (Richard Attenborough, 1977)
Não teria sido fácil encontrar um espaço de estacionamento em Hollywood, enquanto este filme estava sendo produzido. Todos os grandes atores da época fizeram parte nesta recriação em grande escala de Richard Attenborough da Operação Market Garden. Foram sete vencedores do Oscar no elenco, um A a Z de 70 super astros. Os diálogos de William Goldman recheados de ação com momentos de bravura. O diretor saiu do orçamento para garantir a exatidão histórica. Em muitos aspectos, foi um sucesso de público altamente improvável. Um tanto pessimista, da abertura ao final trágico, mas o que vem no meio tem essa escala e grandeza que é impossível não ser arrebatado por tudo.
Filmografia complementar:
Nosso barco nossa alma (Noel Coward - David Lean, 1942)
Um punhado de bravos (Raoul Walsh, 1945)
A raposa do deserto (Henry Hathaway, 1951)
Labaredas do inferno (Michael Anderson, 1955)
O ceú ao seu alcance (Lewis Gilbert, 1956)
O trem (John Frankenheimer, 1964)
A batalha britânica (Guy Hamilton, 1969)
Patton - rebelde ou herói (Franklin J. Schaffner, 1970)
Midway - A batalha do Pacífico (Jack Smight, 1974)
Memphis Belle - a fortaleza voadora (M. Caton-Jones, 1990)
A lista de Schindler (Steven Spielberg, 1993)
O pianista (Roman Polanski, 2002)
Cartas de Iwo Jima (Clint Eastwood, 2006)
Dias de glória (Rachid Bouchareb, 2006)
A queda, as últimas horas de Hitler (Oliver Hirschbiegel, 2004)
Operação Valquíria (Bryan Singer, 2008)
09. Vá e veja (Elem Klimov, 1985)
Se a guerra é a extensão da diplomacia por outros meios, ele faz um bom trabalho de escondê-la neste sério e influente filme de Elim Klimov, uma profundamente perturbadora obra da Bielorrússia. Nenhum filme - nem mesmo Apocalypse Now ou Nascido para matar - explicita o impacto da desumanização do conflito de forma mais vívida ou feroz. Seu jovem protagonista, Florya, livre e inocente na floresta úmida da Bielo-Rússia, é revestido como um homem velho até ao final de sua odisséia, olhos vazios refletindo a imensidão terrível do que viu. O título vem do livro do Apocalipse, uma dica da visão apocalíptica em que se desdobra Klimov, uma visão cheia de imagens que tocam o subconsciente: um avião de reconhecimento alemão zumbido como um anjo da morte; pára-quedas vibram no céu com traços sinistro; balas traçantes de um laranja brilhante batendo nos flancos de uma vaca indefesa; um incongruente e brincalhão oficial Einsatzgruppen junto a Loris ordenando o extermínio de uma vila. Uma obra de arte impressionista e, possivelmente, o pior filme de sempre da data.
Filmografia complementar:
A balada do soldado (Grigori Chuckrai, 1959)
A cruz de ferro (Sam Peckinpah, 1977)
Stalingrado - a batalha final (Joseph Vilsmaier, 1993)
Além da linha vermelha (Terrence Mallick, 1998)
10. O resgate do soldado Ryan (Steven Spielberg, 1998)
Se você perdeu a incrível cena de abertura deste filme, você perdeu o início de uma nova era. Os primeiros minutos na praia de Omaha, capturados brilhantmente pela câmera de Janusz Kaminski’s, marcaram um novo capítulo nos filmes de Guerra, que trouxeram as representações muito realistas de Black Hawk Down e The Pacific. Foi-se a higienização das mortes em combate. Steven Spielberg, desaturou o tipo de filme para dar a aparência das fotos icônicas de Robert Capa no Dia D, e o escritor Robert Rodat não poupou nenhum dos horrores, enquanto a elaboração de uma homenagem à intimidade de camaradagem debaixo de fogo.
Filmografia complementar:
O mais longo dos dias (Ken Annakin, 1962)
Falcão negro em perigo (Riddley Scott, 2001)
A conquista da honra (Clint Eastwood, 2006)
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Lista
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
EMPIRE - as mais atrasadas sequências do Cinema
Mais uma lista da revista britânica Empire. Esta é tem como referência as diversas sequências apresentadas no ano de 2010 como: Predadores, Toy Story 3, Tron Legacy, e Wall Street 2: Money Never Sleeps. Trata-se das sequências que mais demoraram a surgir após o filme anterior, As sequências mais atrasadas de Hollywwod (Hollywood's Most Delayed Sequels).
Mas como diz o próprio texto de apresentação no site: "...eles estão longe de ser as primeiras sequências em atraso que o cinema já produziu: há toda uma série de 2s partes atrasadas por aí, algumas boas, outras ruins, algumass absolutamente aterradoras, e na celebração desses retardatários, temos aqui reunidos os melhores e os piores deles para a sua reavaliação."
Mas como diz o próprio texto de apresentação no site: "...eles estão longe de ser as primeiras sequências em atraso que o cinema já produziu: há toda uma série de 2s partes atrasadas por aí, algumas boas, outras ruins, algumass absolutamente aterradoras, e na celebração desses retardatários, temos aqui reunidos os melhores e os piores deles para a sua reavaliação."
Vamos aos filmes:
01.

Wall Street - o dinheiro nunca dorme (Oliver Stone, 2010)
Wall Street - poder e cobiça (Oliver Stone, 1987)
02.

Meu melhor inimigo (Howard Deutch, 1998)
Um estranho casal (Gene Saks, 1968)
03.

Predadores (Nimród Antal, 2010)
O predador (John McTiernan, 1987)
04.

A cor do dinheiro (Martin Scorsese, 1986)
Desafio à corrupção (Robert Rossen, 1961)
05.

Os Irmãos Cara de Pau 2000 (John Landis, 1998)
Os irmãos cara-de-pau (John Landis, 1980)
06.

Instinto selvagem 2 (Michael Caton-Jones, 2006)
Instinto selvagem (Paul Verhoeven, 1992)
07.

Indiana Jones e
O reino da caveira de cristal (Steven Spielberg, 2008)
A última cruzada (Steven Spielberg, 1989)
08.

O filho do Máscara (Lawrence Guterman, 2004)
O máskara (Chuck Russell, 1994)
09.

Rocky Balboa (Sylvester Stallone, 2006)
Rocky V (John G. Avildsen, 1990)
10.

Superman - o retorno (Bryan Singer, 2006)
Superman II - A aventura continua (Richard Lester, 1980)
11.

Psicose 2 (Richard Franklin, 1983)
Psicose (Alfred Hitchcock, 1960)
12.

O poderoso chefão - Parte III (Francis Ford Coppola, 1990)
O poderoso chefão - parte II (Francis Ford Coppola, 1974)
13.

O massacre da serra elétrica 2 (Tobe Hooper, 1986)
O massacre da serra elétrica (Tobe Hooper, 1974)
14.

Rambo IV (Sylvester Stallone, 2008)
Rambo III (Peter MacDonald, 1988)
15.

Hannibal (Ridley Scott, 2001)
O silêncio dos inocentes (Jonathan Demme , 1991)
16.

Toy story 3 (Lee Unkrich, 2010)
Toy Story 2 (John Lasseter, 1999)
17.

O mundo fantástico de Oz (Walter Murch, 1985)
O mágico de Oz (Victor Fleming, 1939)
18.

Duro de matar 4.0 (Len Wiseman, 2007)
Duro de matar - a vingança (John McTiernan, 1995)
19.

O exterminador do futuro 3 - a rebelião das máquinas (Jonathan Mostow, 2003)
Exterminador do futuro 2 - o julgamento final (James Cameron, 1991)
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